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Valorização do RH: Os novos desafios na gestão de talentos

Evento ABRHSP

Como se manter motivado em um ano de crise

 

Anna Carolina Rodrigues, da VOCÊ S/A

Está em todos os lugares: 2015 será um ano difícil para a economia e para a maioria dos negócios. A expectativa é de baixo crescimento do PIB neste ano que se inicia.

Isso significa poucos investimentos e resultados mais modestos. Como sempre ocorre em períodos assim, a pressão no trabalho aumenta, o talento é questionado, as perspectivas de crescimento profissional ficam distantes e um clima ruim baixa nos escritórios. Chefes vão gritar, demissões vão ocorrer e decisões duras serão tomadas. Nós já sabemos disso. A questão é como enfrentar 2015.

São duas opções: deixar o pessimismo tomar conta ou reagir. Esta reportagem é para quem escolheu o segundo caminho. “O ano de 2015 será de ajustes, mas isso não é uma desculpa para se abater”, diz Walter Schalka, presidente da Suzano. “As pessoas não podem assumir uma postura conformista, devem enfrentar a situação.”

Não se trata de adotar uma atitude ingênua, mas de encarar a realidade e de fazer o seu melhor. Aproveitar, também, para mostrar as habilidades que momentos de crise exigem: resiliência, capacidade de improvisar, coragem.

atitude positiva ajuda os profissionais a se destacar e a colher os frutos quando a crise passa. “Manter a motivação é fácil quando tudo está bem. Quem tiver essa postura agora será reconhecido”, diz José Cláudio Securato, da Saint Paul, escola de negócios de São Paulo.

Manter o pique não será fácil. Mesmo para os que começam o ano com o ânimo revigorado, enfrentar as más notícias cansa. Segundo a consultora carioca Patricia Cotton, nesses momentos surge com mais facilidade o ciclo do tédio, composto de três fases. A primeira é a felicidade diante do novo, quando alguém acaba de ser promovido ou muda de emprego e fica feliz em ter de se adaptar a uma realidade diferente.

A segunda é a sensação de estagnação, quando tudo começa a funcionar normalmente e as pessoas sentem que estão entrando em uma zona de conforto. A terceira é o tédio de fato, quando o desânimo toma conta. Em um ano em que pouca coisa acontece, é grande o risco de cair na apatia de esperar passivamente as coisas melhorarem.

O antídoto para esse problema é a transformação. “As pessoas ficam infelizes porque se deixam levar pela inércia”, diz Patricia, que deixou uma carreira em departamento de mar­keting de empresas como PDG, Beleza Natural e Globosat e foi estudar o ciclo do tédio na Alemanha, na Berlin School of Creative Leadership.

A lição mais importante para quem quer ter uma vida diferente é manter a disciplina na transformação. “Tudo começa com a ousadia, mas só dá certo se você mantém o zelo com sua intenção inicial”, diz Patricia.

A transformação não precisa ser radical. É importante, aliás, manter seus alicerces para não se desestruturar. “A mudança é como a acupuntura: ninguém coloca agulhas no corpo todo para resolver um problema”, afirma Patricia. “Primeiro você precisa descobrir qual é o ponto estratégico para mudar o sistema.”

E esse ponto estratégico pode ser algo simples, como uma mudança de atitude no modo como encara os problemas, uma guinada na rotina para ter mais qualidade de vida ou um ajuste fino na carreira para encontrar o verdadeiro propósito.

Pense diferente

O cenário está mais complicado e desafiador. Quanto antes você se der conta e começar a pensar em soluções e em novas maneiras de agir, menos doloroso será o processo de adaptação.

Com o dinheiro mais curto, as empresas ficam atentas para quem consegue propor inovações (e principalmente redução de custos). “O desafio é sair da mesmice e atuar de maneira mais criativa”, diz Adriana Prates, presidente da Dasein Executive Search, empresa de recrutamento de Belo Horizonte.

Invista energia naquilo em que você tem o poder de mudar. “Se a perspectiva é faturar menos, o funcionário deve pensar em maneiras de ganhar produtividade, por exemplo”, diz Mariane Guerra, vice-presidente de RH da ADP, empresa especializada em gestão de pessoas, de São Paulo. Mas tome muito cuidado.

O custo do erro costuma ser alto durante esses períodos. As novas ideias devem ser embasadas em pesquisas profundas e consistentes. Corra riscos calculados. “Caso a ideia dê errado, pelo menos será possível ter argumentos de que era a hipótese mais acertada no momento”, afirma Adriana.

Explore o talento

 

O profissional precisa refletir sobre seus pontos fortes e sobre como pode contribuir para ajudar a empresa a passar por um período delicado.

 

Você será lembrado por aquilo que fizer bem. “Em momentos de crise, pessoas escondidas nos bastidores têm a chance de mostrar que são úteis”, diz Adriana, da Dasein.

 

É hora de criar coragem e mostrar sua capacidade. Só tome cuidado para não agir como um salvador da pátria e propor algo que você não conseguirá fazer.

 

Busque a sabedoria

 

Não será a primeira vez que o Brasil passará por um período difícil. Muito pelo contrário. Cole nos profissionais experientes e aprenda com eles as estratégias, os argumentos e os truques que funcionam em fases de baixo crescimento.

 

Aliás, num mundo que está saindo de uma crise internacional, há casos de superação em toda parte. Vale pesquisar histórias de quem superou alguma crise. Converse e aprenda.

 

Se o dia a dia está pesado e os problemas não param de surgir, mantenha a motivação pensando no futuro. A crise vai passar uma hora. Pense nas boas coisas que poderão ocorrer, seja no trabalho ­atual, seja na vida pessoal, seja numa eventual mudança de rumo que está começando a ser planejada.

 

Tudo isso sem perder o foco no presente, claro, pois o trabalho precisa ser entregue. “Uma hora a crise passa, e ter algo importante em vista é uma ótima maneira de deixar de lado as agruras do dia a dia”, diz Irene Azevedo, diretora de negócios da LHH|DBM, de São Paulo.

 

Mantenha  a calma 

 

Em momentos de crise, a pressão aumenta e os ânimos se exaltam. A ameaça de demissão e as deslealdades de colegas aparecem com maior frequência. Tente controlar a ansiedade.

 

Na hora do nervosismo, o cérebro não funciona direito, o que piora a qualidade das decisões tomadas. “Uma situação estressante faz as pessoas agir com emoção”, afirma Camila Pires, diretora da Rede Indigo, empresa de desenvolvimento humano, do Rio de Janeiro. “Precisamos analisar as situações com base em fatos, e não em suposições e percepções.”

 

Resista ao baixo-astral

 

Sim, haverá momentos de desânimo em várias ocasiões neste ano. Mas evite que os pensamentos negativos fiquem o tempo todo em sua cabeça. “Não é para exagerar no otimismo e se tornar uma pessoa alienada”, diz Pamela Magalhães, psicóloga de São Paulo.

 

Só que não adianta mergulhar nas possibilidades negativas desconsiderando seu trabalho e seu potencial. “Encontre o gatilho que desencadeia o pessimismo e busque apoio, interno e externo, para lidar com a situação”, diz Camila, da Rede Indigo.

 

Jogue com lealdade

 

Em tempos de apreensão e insegurança, é natural que a competitividade aumente — todo mundo quer mostrar que é indispensável. Mas uma rivalidade excessiva com os colegas piora o clima, que já está ruim.

 

Seja realista, faça um bom trabalho, mas cuide para não deixar o medo de perder o emprego transformá-lo em uma pessoa ruim. “Faça uma gestão pela esperança, não pelo medo, e não espere que seu chefe seja o fio condutor disso, pratique no dia a dia”, afirma Adriana, da Daisen.

 

As empresas têm valorizado pes­soas que, independentemente do cargo que ocupam ou do crachá, conseguem unir as equipes e proporcionar um clima agradável — principalmente em épocas difíceis de crise.

 

Olhe para os lados 

 

Muita gente tende a tomar os próprios sentimentos como referência. Trata-se de uma má leitura do ambiente, principalmente quando o profissional se impressiona excessivamente com o cenário negativo.

 

É preciso tirar o viés pessoal das análises racionais. Faça um esforço para enxergar, de fato, o que ocorre na empresa e no mercado. Isso amplia as possibilidades e suas referências.

 

Se seu chefe está pessimista, busque inspiração em pessoas que pareçam acreditar mais que as coisas poderão dar certo. Pode ser um colega, um cliente ou, em muitos casos, o presidente da empresa.

 

Evite comentários negativos

 

O cenário é difícil, mas ficar o tempo todo dizendo que vai dar tudo errado, além de ser chato, contamina o ambiente e amplifica o pessimismo, que só vai prejudicar ainda mais a produtividade. “Diante de um problema, as pessoas só pensam no sofrimento, e nada é criado”, diz a psicóloga Pamela.

 

Viva um dia de cada vez e pense no que pode ser feito para que as coisas melhorem — não o contrário. Bom senso é fundamental quando se trabalha em equipe.

 

Cuide da saúde

 

O momento atual exige esforço e dedicação, mas sem deixar a vida pessoal de lado. Por mais estressantes que os dias de trabalho estejam, não descuide de sua saúde e de sua vida afetiva.

 

A falta de sono, o estresse e o sedentarismo diminuem a produtividade e aumentam a incidência de doenças. E não dá para ficar com a disposição em baixa quando a empresa mais precisa que você trabalhe no auge de sua capacidade.

 

Seja mais produtivo 

 

Períodos de instabilidade exigem produtividade alta. É hora, então, de analisar os problemas que prejudicam sua eficiência e fazer ajustes para solucioná-los. “É preciso entregar mais, e não ficar se justificando porque não fez”, diz Adriana, da Dasein.

 

Quem se destaca são os que mostram capacidade de fazer mais. Entregar bons resultados é a melhor estratégia para ter visibilidade — e fugir da demissão. Tente se planejar e fazer uma gestão de risco sobre suas entregas. “Não deixe o mais difícil para o final.”

 

Improvise

 

Em períodos de instabilidade, o trabalho e as demandas mudam muito. Por isso, é preciso ser flexível no modo de agir e acreditar que o que ficou para trás ficou. “Vale a lei de que não são os mais inteligentes que sobrevivem, mas os que se adaptam melhor”, diz Irene, da LHH|DBM, do Rio de Janeiro.

Sucesso no evento "eSocial como o futuro da fiscalização eletrônica"

Talent Group, em parceria com a EY e a Câmara-Sueco Brasileira, realizaram o evento  “eSocial como o futuro da fiscalização eletrônica”.

Para tratar desse assunto acionamos as lideranças de TI, por entendermos que é uma área que dispõe de muitos terceiros, em um mercado que nos últimos anos vinha adotando modelos bastante informais de contratação, que envolvem riscos.

O evento foi um sucesso e contou com a participação de diversas lideranças de conceituadas empresas. Recebemos um total de 38 participantes, que representavam 23 empresas, sendo que:

– 36,3% são empresas do segmento Financeiro;

– 31,8% são empresas do segmento de Serviços;

– 22,7% são empresas do segmento de Comércio; e

– 9,09% são empresas do segmento de Indústria.

 

Com relação à área e nível dos participantes, podemos citar que:

– 65,8% dos participantes são da área de TI

– 26,3% são da área de RH; e

– 7,9% são da área Financeira/Fiscal.

Sendo que desses participantes, 55,3% deles são Gerentes e Diretores, 2,63% são Coordenadores e 28,9% são Analistas.

 

Após o evento foi realizada uma pesquisa de satisfação com todos os presentes. Todos os participantes avaliaram os temas abordados como ótimos e consideram que esse tema tem total relevância para suas atividades e empresas. 88,8% dos participantes consideraram muito boa a evolução de seus conhecimentos sobre os temas apresentados, a partir das palestras que foram ministradas.

Um dado bastante relevante, que demonstra a falta de informação das empresas sobre esse tema atual e de total importância, é que apesar da implantação oficial do eSocial estar marcada para menos de 1 ano, não há nenhuma empresa que esteja com esse projeto em estágio avançado (realizando testes). 44,4% estão em estágio intermediário, outras 44,4% estão em estágio inicial, 11,1% estão com o projeto paralisado.

Por fim, segundo a pesquisa de satisfação pudemos perceber que mesmo com as constantes fiscalizações do governo, muitas empresas ainda trabalham com regimes como PJ, cooperativas e CLT Flex, trazendo o risco trabalhista para suas atividades. 66,6% das empresas presentes afirmam que trabalham com qualquer regime de mercado, sem os cuidados devidos.

Devido ao grande sucesso do evento, a Talent Group decidiu abrir mais uma data, que será no dia 11/11/2014. Para saber mais informações, entre em contato através do email adriana.ficher@talentgroup.com.br ou (11) 4095-5008.

 

 

28 de Novembro de 2014: Novembro Azul na Talent Group

No dia 28 de Novembro de 2014, a Talent Group realizou o encerramento da campanha do Novembro Azul com o dia da conscientização sobre o Câncer de Próstata. Todos os colaboradores vieram com alguma peça azul em apoio à campanha. Foi distribuído um brinde para todos os colaboradores, composto de 1 bigode que é o símbolo do movimento e um folder explicativo.

Sucesso no último evento do ano sobre o eSocial

No dia 11/11/2014 a Talent Group, em parceria com a EY e a Câmara-Sueco Brasileira, realizou um evento com o tema “eSocial como o futuro da fiscalização eletrônica”.

Esse evento foi realizado devido ao grande sucesso do evento anterior, realizado em outubro desse ano. Sendo assim, a Talent Group abriu uma nova oportunidade para quem não pôde participar.

Para tratar desse assunto acionamos as lideranças de TI, por entendermos que é uma área que dispõe de muitos terceiros, em um mercado que nos últimos anos vinha adotando modelos bastante informais de contratação, que envolvem riscos.

O evento foi um sucesso e contou com a participação de diversas lideranças de conceituadas empresas. Recebemos um total de 24 participantes, que representavam 15 empresas, sendo que:

– 20% são empresas do segmento Financeiro;

– 33.3% são empresas do segmento de Serviços;

– 26.7% são empresas do segmento de Comércio; e

– 20% são empresas do segmento de Indústria.

 

Com relação à área e nível dos participantes, podemos citar que:

– 50% dos participantes são da área de TI

– 37.5% são da área de RH; e

– 12.5% são da área Financeira/Fiscal.

Sendo que desses participantes, 37.5% deles são Gerentes e Diretores, 33.3% são Coordenadores e 29.2% são Analistas.

 

Após o evento foi realizada uma pesquisa de satisfação com todos os presentes. Todos os participantes avaliaram os temas abordados como ótimos e 70% deles consideram que esse tema tem total relevância para suas atividades e empresas. 90% dos participantes consideraram muito boa a evolução de seus conhecimentos sobre os temas apresentados, a partir das palestras que foram ministradas.

Um dado bastante relevante, que demonstra a falta de informação das empresas sobre esse tema atual e de total importância, é que apesar da implantação oficial do eSocial estar marcada para menos de 1 ano, não há nenhuma empresa que esteja com esse projeto em estágio avançado (realizando testes). 30% estão em estágio intermediário, outras 50% estão em estágio inicial, 20% estão com o projeto paralisado.

Por fim, segundo a pesquisa de satisfação pudemos perceber que mesmo com as constantes fiscalizações do governo, muitas empresas ainda trabalham com regimes como PJ, cooperativas e CLT Flex, trazendo o risco trabalhista para suas atividades. 60% das empresas presentes afirmam que trabalham com qualquer regime de mercado, sem os cuidados devidos.

 

 

 

eSocial: Confirmada para Dezembro/2014

Matéria publicada pelo site RHevistaRH:

eSocial: Confirmada para Dezembro/2014 Publicação da Portaria que Oficializa a Nova Obrigação Acessória

 

Posted by RHevista RH on 28/11/2014

São Paulo, 28/11/2014,

Daniel Belmiro FontesCoordenador do Projeto eSocial

Daniel Belmiro Fontes
Coordenador do Projeto eSocial

Em palestra realizada ontem, na sede da AMPRO – Associação de Marketing Promocional, em São Paulo, Daniel Belmiro Fontes, Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil e Coordenador do Projeto eSocial, esclareceu diversas dúvidas sobre o projeto eSocial.

Comentou, por exemplo, que se a empresa tem conduta de conformidade com as normas legais, ela está começando bem a preparação para o eSocial.

Ressaltou, entretanto, que aquelas que não adotam esta conduta, não têm ideia do risco e tamanho do passivo que estará gerando para si. Por fim, complementou dizendo que o cruzamento de informações, por parte dos órgãos governamentais, aumenta a cada dia.

Quanto a data de publicação do eSocial informou que dezembro será o mês, tanto da publicação da Portaria que oficializa o manual e seu anexo I (leiautes dos arquivos), como da liberação da área para qualificação dos colaboradores. Complementou a respectiva informação dizendo que o manual (concluído) já está na Casa Civil para aprovação e respectiva publicação.

Entre as alterações previstas no novo manual, ressaltou a possibilidade do envio de mais de uma tabela de verbas, que vem para atender necessidades de empresas que tem processamento de folha por estabelecimento/localidade.
Para atender necessidades específicas de órgãos públicos, o código da CBO também poderá ser indicado na tabela funções.

Já em relação aos demitidos que não foram informados nos vínculos iniciais, Daniel Belmiro informou que eles poderão, a qualquer tempo, ser informados através do mesmo arquivo inicial de vínculo. Tal informação será necessária para realizar as folhas de pagamentos/rescisões complementares destes ex-empregados em casos, por exemplo, de reajustes salariais, definidas, após a data base ou nos casos de pagamento de PLR. Citou ainda que no caso de comissões (futuras) estas devem ser pagas no momento da rescisão contratual e não através de rescisões complementares.

Informou também que alguns arquivos estão sendo retirados do eSocial, por exemplo:

a) Estabilidade
Segundo Daniel Belmiro, estas informações podem ser apuradas pelos órgãos envolvidos através de outras informações prestadas em outros arquivos. Por exemplo, data base, maternidade, acidente de trabalho, etc.

b) Serviços Tomados Mediante Cessão de Mão de Obra; Serviços Prestados Mediante Cessão de Mão de Obra; Serviços Tomados de Cooperativas de Trabalho; Serviços Prestados por Cooperativa de Trabalho; Aquisição de Produção Rural; Comercialização da Produção, Recursos Recebidos ou Repassados para Associação Desportiva que mantém equipe de Futebol Profissional, Desoneração da Folha de Pagamento, Informações Complementares para o Simples Nacional, Atividades Concomitantes, Contratação de Trabalhadores Avulsos Não Portuários.

Estes arquivos estão saindo do eSocial. Entretanto, está sendo criado, em paralelo, um EFD específico, para enviar estas informações. A ideia é que estas informações partam dos sistemas financeiro/fiscal das empresas. Portanto, estas informações saem das mãos do RH e passam para as mãos do departamento financeiro/fiscal.

Para finalizar, Daniel Belmiro, informou o seguinte cronograma para o eSocial:

• Dezembro 2014: Publicação da Portaria e disponibilização do Manual;
• Seis meses após: Liberação do ambiente para testes por todas as empresas;
• Janeiro 2016: Envio oficial dos arquivos por empresas com faturamento igual ou acima de 78 milhões.
• Meados de 2016: Envio oficial dos arquivos por empresas com faturamento igual ou acima de 3,6 milhões.

Para acessar a matéria na íntegra, acesse: http://www.rhevistarh.com.br/portal/?p=12906

30 de Outubro de 2014: Outubro Rosa na Talent Group

Hoje, 30 de Outubro de 2014, a Talent Group realizou o dia da conscientização sobre o Câncer de Mama, apoiando o movimento mundial do Outubro Rosa! Todos os colaboradores vieram com alguma peça rosa em apoio à campanha. Foi distribuído um brinde para todas as colaboradoras, composto de 2 tipos de esmalte e 1 folder explicativo sobre o auto-exame.

O eSocial como o futuro da fiscalização eletrônica