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Como a Avon reduziu os custos sem demitir ninguém

Ao readequar a jornada de trabalho para cinco dias por semana no centro de distribuição de Cabreúva, a empresa conseguiu cortar gastos a ponto de compensar o aumento de 10% nos salários e ainda acrescentar a cesta básica como benefício, sem uma demissão

Ursula Alonso Manso (Você RH)

Em 2015, a fabricante de cosméticos Avon crescia menos do que havia planejado no ano anterior. Sem poder repassar os custos para os produtos e, consequentemente, aos consumidores, ao mesmo tempo em que a inflação alta balizaria o aumento salarial dos funcionários, a empresa levou a seguinte questão aos 1 800 colaboradores do seu centro de distribuição em Cabreúva, o maior da empresa do mundo, a 80 quilômetros da capital paulista: como reduzir custos e ganhar produtividade? “Apesar de a unidade trabalhar com padrões de qualidade e produtividade muito altos, sabíamos que podíamos ser mais eficientes”, diz a vice-presidente de recursos humanos Alessandra Ginante. “Deixamos claro para os funcionários que nossa intenção era preservar os empregos e nos abrimos para construir soluções em conjunto.”
Durante nove meses, a Avon realizou reuniões com empregados e dirigentes sindicais. Em setembro de 2015, a convenção coletiva previa não somente o aumento salarial de 10,33% como também a concessão de cestas básicas e o aumento da jornada de trabalho semanal em quatro horas. “O que se vê, normalmente, são conversas para aumento salarial com redução da jornada. Aqui, aumentamos as horas trabalhadas com o apoio dos nossos funcionários”, diz Alessandra.
A solução
Inaugurado em 2011, o centro de distribuição da Avon em Cabreúva tem cerca de 300.000 metros quadrados e processa em média 6 500 pedidos de revendedoras por hora. É uma “fábrica de caixas”, como define Alessandra, com a ressalva de que “cada caixa é única porque cada revendedora tem um pedido único”. Em janeiro de 2015, quando a área de RH começou a conversar com os trabalhadores a respeito de previsões nada animadoras para o ano, a jornada de trabalho em Cabreúva era de 40 horas semanais, incluindo o expediente aos sábados. Na prática, isso implicava seis dias por semana de custos com transporte fretado, funcionamento do refeitório, além de gastos com segurança patrimonial e ambulatório médico, entre outros.
As conversas se estenderam até setembro, envolvendo também a liderança do centro de distribuição. Ao final, o trabalho aos sábados foi eliminado, mas a jornada aumentou de 40 para 44 horas semanais, de segunda a sexta. “Mudamos cerca de 30 processos para adequar a operação a cinco dias por semana”, conta a executiva. Para isso, foram criadas sete frentes de tarefas, com cerca de 50 colaboradores diretamente envolvidos, que se reuniam semanalmente. A contrapartida foi a concessão de cesta básica no valor de 150 reais. “Era um pedido antigo dos colaboradores, assim como a folga aos sábados”, diz Alessandra.
O resultado
O objetivo inicial da Avon era proteger os empregos em um ano difícil. De quebra, a empresa ainda conseguiu garantir maior qualidade de vida aos seus funcionários. “Os colaboradores mostraram uma disposição enorme em ajudar”, diz Alessandra. A executiva não revela o valor economizado, por questões estratégicas do negócio, mas destaca a redução do custo operacional, já que o transporte fretado e o refeitório, por exemplo, agora funcionam cinco dias por semana, em vez de seis. Além disso, o aumento da jornada semanal de trabalho contribuiu para um crescimento de 10% na produtividade, desde setembro. “No último trimestre do ano normalmente temos que contratar funcionários temporários em função da maior demanda. Dessa vez, isso não será preciso”, diz Alessandra.
Mais importante ainda é o fato de que os 1.800 funcionários de Cabreúva aprovaram o acordo junto ao sindicato — e ninguém foi demitido. “A ameaça da crise era real, com pressão mais forte no centro de distribuição, que produz para a entrega imediata de pedidos às revendedoras. Mas conseguimos manter os empregos, demos folga aos sábados, não cortamos nenhum benefício e ainda acrescentamos a cesta básica”, diz a executiva.
Agora a Avon se prepara para levar o modelo aos cerca de 1.000 funcionários de seus outros dois centros de distribuição, na Bahia e no Ceará.

Faça valer o poder da empatia nos negócios e nas relações pessoais

Num mundo acelerado em que tudo parece mudar o tempo todo, ser uma pessoa empática pode trazer resultados positivos para você, seus liderados, líderes e pessoas do seu convívio mais íntimo

Denise Varela, 4 de janeiro de 2016
Quando você ouve a notícia de um único ganhador do sorteio da Mega Sena que embolsou centenas de milhões de reais, você pensa que poderia ser você ou alguém de seu ciclo de relacionamento? Provavelmente sim.

Quem não quer começar o ano com uma bolada no bolso?

Pois então você já sabe um pouco sobre a empatia.

Por definição, empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.

Resumidamente, é se colocar no lugar do outro. E este gesto faz toda a diferença, seja nas relações pessoais ou no ambiente de trabalho.

Esse exercício de se colocar no lugar do outro pode não ser tão fácil. Todas as vezes que assistimos a relatos sobre bullying no trabalho, assédio moral, sobrecarga de funções e outras questões do mundo corporativo e mesmo empreendedor, temos a tendência de não considerarmos que o mesmo poderia estar acontecendo conosco, com nossos familiares ou, até mesmo, com algum de nossos amigos mais próximos.

Num mundo acelerado em que tudo parece mudar o tempo todo (mudanças sociais, econômicas e culturais) poder ser uma pessoa empática pode trazer resultados positivos para você, seus liderados, líderes e pessoas do seu convívio mais íntimo.

Com origem no termo em grego empatheia, que significava “paixão”, a empatia pressupõe uma comunicação afetiva com outra pessoa, e é uma das bases da identificação e compreensão psicológica de outros indivíduos.

Como relata Denis Pincinato, especialista em Psicodrama das Organizações, em entrevista ao portal Catho Online, empresas de culturas mais avanças investem em gestão de pessoas com treinamentos e acompanhamentos constantes abordando temas subjetivos que têm como meta aumentar a performance das pessoas no ambiente de trabalho. “De forma muito simples, essas empresas conseguiram reduzir o grau de incerteza, que é um grande gerador de tensão para qualquer ser humano agir com empatia, e, ao estabelecer uma comunicação direta e aberta, definiram planos de ação baseados na identificação dos pontos que mais impactam na satisfação profissional de seus colaboradores”, explica.

Mesmo que você não esteja à frente de uma grande organização, você pode e deve usufruir de uma comunicação Efetiva e Afetiva para buscar melhores resultados.

“Conhecer um pouco mais sobre a história de vida de seu colaborador ou chefe, buscar informações sobre seus sonhos e desejos, ouvir de forma verdadeira e apoia-lo nos momentos de dúvida e tomada de decisão, são os passos propostos pelo programa Empatia em Ação (clique aqui para saber mais). Esse programa, se aplicado de forma efetiva, tem o poder de elevar as relações interpessoais a um novo patamar, regidos pela confiança e cumplicidade, alcançando níveis de comprometimento e engajamento muito superiores aos encontrados nas organizações hoje em dia”, relata o especialista.

Desenvolvendo a habilidade da empatia

Um dos atributos para ser empático é ser um bom ouvinte. Além disso, aprendemos mais quando ouvimos do que quando falamos.

Para quem busca desenvolver esta habilidade, é preciso desenvolver também o autoconhecimento, ter disponibilidade para conhecer o outro, consciência social e saber gerenciar seus relacionamentos.

Tarefa nada fácil, confesso, mas com boa vontade e um pouco de desprendimento, todos podemos chegar lá!

Benefícios da prática da empatia nos negócios

– Engajamento social

– Equilíbrio emocional

– Alto rendimento e comprometimento (dos líderes e do liderado)

– Melhoria do clima organizacional

– Identificação dos propósitos

– Relacionamentos saudáveis

– Desenvolvimento pessoal

– Aumento do FIB (Felicidade Interna Bruta)

Empatia diferente de Simpatia

A empatia é diferente da simpatia, porque a simpatia é uma resposta intelectual, enquanto a empatia é uma fusão emotiva. A simpatia revela uma vontade de estar na presença de outra pessoa e de agradá-la. Já a empatia faz brotar uma vontade de compreender e conhecer outra pessoa.

Cuidado com as armadilhas!

De acordo com Pincinato, na empatia podem estar algumas armadilhas. Fique atento:

A complacência é a primeira delas. Ao conhecer melhor a história de seu colaborador e conseguir se conectar emocionalmente, é possível que você seja menos rigoroso em algumas situações. O fato de você conhecer suas origens e entender como o outro pensa e age não quer dizer que você deva “deixar para lá” quando ele cometer algum deslize ou entregar algo diferente do que foi combinado.

O paternalismo é a segunda armadilha ou também podemos chamar de “queridinho do papai / queridinho da mamãe”. A conexão alcançada através da empatia pode fazer com que você privilegie um colaborador sem a utilização de critérios justos.

A falta de ação é a terceira armadilha. Quando a conexão com a outra pessoa se torna muito grande a ponto de você se identificar plenamente com seus problemas e aflições, é possível que você não consiga sair do estado do “muro das lamentações”.

Ainda segundo Pincinato, imparcialidade é fundamental. “Para não sermos nem complacentes e nem paternalistas, devemos lembrar que existem critérios de avaliação e de justiça que devem ser utilizados para nortear nossas ações. Caso você esteja infringindo seus critérios, provavelmente você está beneficiando alguém apenas pelo lado da emoção e outras pessoas não aprovarão sua atitude” explica.

Parece óbvio, mas na correria do dia a dia, acabamos por não lembrar: somos humanos.

Sim! Vamos trabalhar, vamos buscar nossos objetivos, vamos suar… mas também vamos viver, sorrir, sentir e, por vezes, chorar (somos humanos, lembra?)

Desenvolva as pessoas, se desenvolva, persista e insista. Quase nunca será fácil, mas sempre possível. Ao se conhecer, você estará mais apto a se colocar no lugar do outro, e com isso desfrutar de tudo o que dissemos até aqui.

“Tire o melhor das pessoas, sem se aproveitar delas” (autor desconhecido).

 

Fonte: Administradores

Valorização do RH – Os novos desafios na gestão de talentos

Nesta quinta-feira 13/08/15, a Talent Group promoveu na sede da ABRH-SP (em parceria), uma palestra cujo tema é de grande relevância para gestores e profissionais de RH, na atualidade: Os novos desafios na gestão de talentos.

Em tempos de crise, a maioria das áreas das empresas são convocadas à redução de custos e, por consequência, eliminação de posições no organograma. Neste cenário, cabe ao Recursos Humanos um papel estratégico, assessorar as decisões no sentido de manter nas equipes somente aqueles profissionais realmente indispensáveis. Mas, como determinar quais?

Mais que em tempos passados, hoje dispomos de diversas metodologias de avaliação, tanto de desempenho e competências, quanto testes psicológicos e ferramentas de gestão de pessoas, que permitem medir, principalmente, Conhecimentos e Habilidades, porém, a ATITUDE (vontade de fazer) continuava sendo uma incógnita em processos de seleção.

Deste modo, é importante que decisões de desligamentos, promoções, remanejamentos ou contratações, sejam tomadas estrategicamente, não baseadas simplesmente em métodos convencionais e conservadores. Assim, reduziremos o risco de perdas daquilo que as empresas possuem de mais precioso: profissionais identificados com suas funções e com profundo conhecimento do negócio, mitigando também a perda de competitividade.

Crises podem ser oportunidades para um desenvolvimento eficaz. Nestas circunstâncias ‘sobreviverão’ somente os mais adaptados, ou seja, aquelas organizações capazes de fazer MAIS (superar os obstáculos), MELHOR (superar a concorrência) com MENOS (superar a escassez de recursos – materiais e de pessoal). Neste caso, contar com MENOS pessoas, significa que os remanescentes terão de ser os mais motivados, pois terão que fazer MAIS e MELHOR. Deste modo, não só garantirão a travessia do período de turbulência, como também fortalecerão o negócio para crescer quando o ambiente for mais favorável.

Como identificar os profissionais com MOTIVAÇÃO alinhada para enfrentar os novos desafios da empresa?

Como prognosticar a sua ATITUDE?

Compete a nós do RH assessorar os clientes internos, oferecendo os melhores, mais confiáveis e seguros indicadores para tomada de decisões relativas à gestão de pessoas, antecipando as respostas para questões nas quais o erro poderá produzir impacto no resultado coletivo.

  • É possível predizer o relacionamento dos componentes de uma nova equipe?
  • Como acelerar e aprofundar, verdadeiramente, o conhecimento interpessoal de seus componentes?
  • Como identificar e mitigar os possíveis futuros conflitos na equipe?
  • Como melhor aproveitar o potencial individual de cada elemento?

Identificar as características que mobilizam cada individuo, nos permite potencializar suas habilidades pela promoção do feliz encontro entre o que se GOSTA de fazer e o que PRECISA ser feito, possível apenas através do aprofundamento do conhecimento da PERSONALIDADE.

Para este fim, contamos com o HumanGuide®, um teste de personalidade totalmente informatizado, aprovado pelo Conselho Federal de Psicologia (com validação científica e adaptado para a população brasileira) e com a consultoria especializada de seu maior representante no Brasil: a Talent Group.

O teste identifica o perfil motivacional por meio da análise da composição entre oito fatores psicológicos UNIVERSIAS (Sensibilidade, Força, Qualidade, Exposição, Estrutura, Imaginação, Estabilidade e Contatos), que representam as forças que movem a pessoa no sentido de suprir suas necessidades íntimas, revelando a intensidade de cada fator em cada indivíduo.

Parte significativa da energia despendida no ambiente de trabalho está diretamente relacionada ao relacionamento interpessoal, torna-se fundamental conhecer as possibilidades de conflitos e oportunidades de complementação de recursos entre os integrantes das equipes. O processo pode avaliar previamente (formação da equipe ou ingresso de um novo profissional) ou posteriormente (avaliação do conjunto de recursos disponíveis, mediação de conflitos, remanejamentos).
Da mesma forma, processos de contratação ou assessment têm um sensível benefício quando nos é permitido prognosticar a ATITUDE que o profissional em questão terá, quando for integrado ao time existente.

AlmirRicardo Publico

Valorização do RH: Os novos desafios na gestão de talentos

Evento ABRHSP

Como se manter motivado em um ano de crise

 

Anna Carolina Rodrigues, da VOCÊ S/A

Está em todos os lugares: 2015 será um ano difícil para a economia e para a maioria dos negócios. A expectativa é de baixo crescimento do PIB neste ano que se inicia.

Isso significa poucos investimentos e resultados mais modestos. Como sempre ocorre em períodos assim, a pressão no trabalho aumenta, o talento é questionado, as perspectivas de crescimento profissional ficam distantes e um clima ruim baixa nos escritórios. Chefes vão gritar, demissões vão ocorrer e decisões duras serão tomadas. Nós já sabemos disso. A questão é como enfrentar 2015.

São duas opções: deixar o pessimismo tomar conta ou reagir. Esta reportagem é para quem escolheu o segundo caminho. “O ano de 2015 será de ajustes, mas isso não é uma desculpa para se abater”, diz Walter Schalka, presidente da Suzano. “As pessoas não podem assumir uma postura conformista, devem enfrentar a situação.”

Não se trata de adotar uma atitude ingênua, mas de encarar a realidade e de fazer o seu melhor. Aproveitar, também, para mostrar as habilidades que momentos de crise exigem: resiliência, capacidade de improvisar, coragem.

atitude positiva ajuda os profissionais a se destacar e a colher os frutos quando a crise passa. “Manter a motivação é fácil quando tudo está bem. Quem tiver essa postura agora será reconhecido”, diz José Cláudio Securato, da Saint Paul, escola de negócios de São Paulo.

Manter o pique não será fácil. Mesmo para os que começam o ano com o ânimo revigorado, enfrentar as más notícias cansa. Segundo a consultora carioca Patricia Cotton, nesses momentos surge com mais facilidade o ciclo do tédio, composto de três fases. A primeira é a felicidade diante do novo, quando alguém acaba de ser promovido ou muda de emprego e fica feliz em ter de se adaptar a uma realidade diferente.

A segunda é a sensação de estagnação, quando tudo começa a funcionar normalmente e as pessoas sentem que estão entrando em uma zona de conforto. A terceira é o tédio de fato, quando o desânimo toma conta. Em um ano em que pouca coisa acontece, é grande o risco de cair na apatia de esperar passivamente as coisas melhorarem.

O antídoto para esse problema é a transformação. “As pessoas ficam infelizes porque se deixam levar pela inércia”, diz Patricia, que deixou uma carreira em departamento de mar­keting de empresas como PDG, Beleza Natural e Globosat e foi estudar o ciclo do tédio na Alemanha, na Berlin School of Creative Leadership.

A lição mais importante para quem quer ter uma vida diferente é manter a disciplina na transformação. “Tudo começa com a ousadia, mas só dá certo se você mantém o zelo com sua intenção inicial”, diz Patricia.

A transformação não precisa ser radical. É importante, aliás, manter seus alicerces para não se desestruturar. “A mudança é como a acupuntura: ninguém coloca agulhas no corpo todo para resolver um problema”, afirma Patricia. “Primeiro você precisa descobrir qual é o ponto estratégico para mudar o sistema.”

E esse ponto estratégico pode ser algo simples, como uma mudança de atitude no modo como encara os problemas, uma guinada na rotina para ter mais qualidade de vida ou um ajuste fino na carreira para encontrar o verdadeiro propósito.

Pense diferente

O cenário está mais complicado e desafiador. Quanto antes você se der conta e começar a pensar em soluções e em novas maneiras de agir, menos doloroso será o processo de adaptação.

Com o dinheiro mais curto, as empresas ficam atentas para quem consegue propor inovações (e principalmente redução de custos). “O desafio é sair da mesmice e atuar de maneira mais criativa”, diz Adriana Prates, presidente da Dasein Executive Search, empresa de recrutamento de Belo Horizonte.

Invista energia naquilo em que você tem o poder de mudar. “Se a perspectiva é faturar menos, o funcionário deve pensar em maneiras de ganhar produtividade, por exemplo”, diz Mariane Guerra, vice-presidente de RH da ADP, empresa especializada em gestão de pessoas, de São Paulo. Mas tome muito cuidado.

O custo do erro costuma ser alto durante esses períodos. As novas ideias devem ser embasadas em pesquisas profundas e consistentes. Corra riscos calculados. “Caso a ideia dê errado, pelo menos será possível ter argumentos de que era a hipótese mais acertada no momento”, afirma Adriana.

Explore o talento

 

O profissional precisa refletir sobre seus pontos fortes e sobre como pode contribuir para ajudar a empresa a passar por um período delicado.

 

Você será lembrado por aquilo que fizer bem. “Em momentos de crise, pessoas escondidas nos bastidores têm a chance de mostrar que são úteis”, diz Adriana, da Dasein.

 

É hora de criar coragem e mostrar sua capacidade. Só tome cuidado para não agir como um salvador da pátria e propor algo que você não conseguirá fazer.

 

Busque a sabedoria

 

Não será a primeira vez que o Brasil passará por um período difícil. Muito pelo contrário. Cole nos profissionais experientes e aprenda com eles as estratégias, os argumentos e os truques que funcionam em fases de baixo crescimento.

 

Aliás, num mundo que está saindo de uma crise internacional, há casos de superação em toda parte. Vale pesquisar histórias de quem superou alguma crise. Converse e aprenda.

 

Se o dia a dia está pesado e os problemas não param de surgir, mantenha a motivação pensando no futuro. A crise vai passar uma hora. Pense nas boas coisas que poderão ocorrer, seja no trabalho ­atual, seja na vida pessoal, seja numa eventual mudança de rumo que está começando a ser planejada.

 

Tudo isso sem perder o foco no presente, claro, pois o trabalho precisa ser entregue. “Uma hora a crise passa, e ter algo importante em vista é uma ótima maneira de deixar de lado as agruras do dia a dia”, diz Irene Azevedo, diretora de negócios da LHH|DBM, de São Paulo.

 

Mantenha  a calma 

 

Em momentos de crise, a pressão aumenta e os ânimos se exaltam. A ameaça de demissão e as deslealdades de colegas aparecem com maior frequência. Tente controlar a ansiedade.

 

Na hora do nervosismo, o cérebro não funciona direito, o que piora a qualidade das decisões tomadas. “Uma situação estressante faz as pessoas agir com emoção”, afirma Camila Pires, diretora da Rede Indigo, empresa de desenvolvimento humano, do Rio de Janeiro. “Precisamos analisar as situações com base em fatos, e não em suposições e percepções.”

 

Resista ao baixo-astral

 

Sim, haverá momentos de desânimo em várias ocasiões neste ano. Mas evite que os pensamentos negativos fiquem o tempo todo em sua cabeça. “Não é para exagerar no otimismo e se tornar uma pessoa alienada”, diz Pamela Magalhães, psicóloga de São Paulo.

 

Só que não adianta mergulhar nas possibilidades negativas desconsiderando seu trabalho e seu potencial. “Encontre o gatilho que desencadeia o pessimismo e busque apoio, interno e externo, para lidar com a situação”, diz Camila, da Rede Indigo.

 

Jogue com lealdade

 

Em tempos de apreensão e insegurança, é natural que a competitividade aumente — todo mundo quer mostrar que é indispensável. Mas uma rivalidade excessiva com os colegas piora o clima, que já está ruim.

 

Seja realista, faça um bom trabalho, mas cuide para não deixar o medo de perder o emprego transformá-lo em uma pessoa ruim. “Faça uma gestão pela esperança, não pelo medo, e não espere que seu chefe seja o fio condutor disso, pratique no dia a dia”, afirma Adriana, da Daisen.

 

As empresas têm valorizado pes­soas que, independentemente do cargo que ocupam ou do crachá, conseguem unir as equipes e proporcionar um clima agradável — principalmente em épocas difíceis de crise.

 

Olhe para os lados 

 

Muita gente tende a tomar os próprios sentimentos como referência. Trata-se de uma má leitura do ambiente, principalmente quando o profissional se impressiona excessivamente com o cenário negativo.

 

É preciso tirar o viés pessoal das análises racionais. Faça um esforço para enxergar, de fato, o que ocorre na empresa e no mercado. Isso amplia as possibilidades e suas referências.

 

Se seu chefe está pessimista, busque inspiração em pessoas que pareçam acreditar mais que as coisas poderão dar certo. Pode ser um colega, um cliente ou, em muitos casos, o presidente da empresa.

 

Evite comentários negativos

 

O cenário é difícil, mas ficar o tempo todo dizendo que vai dar tudo errado, além de ser chato, contamina o ambiente e amplifica o pessimismo, que só vai prejudicar ainda mais a produtividade. “Diante de um problema, as pessoas só pensam no sofrimento, e nada é criado”, diz a psicóloga Pamela.

 

Viva um dia de cada vez e pense no que pode ser feito para que as coisas melhorem — não o contrário. Bom senso é fundamental quando se trabalha em equipe.

 

Cuide da saúde

 

O momento atual exige esforço e dedicação, mas sem deixar a vida pessoal de lado. Por mais estressantes que os dias de trabalho estejam, não descuide de sua saúde e de sua vida afetiva.

 

A falta de sono, o estresse e o sedentarismo diminuem a produtividade e aumentam a incidência de doenças. E não dá para ficar com a disposição em baixa quando a empresa mais precisa que você trabalhe no auge de sua capacidade.

 

Seja mais produtivo 

 

Períodos de instabilidade exigem produtividade alta. É hora, então, de analisar os problemas que prejudicam sua eficiência e fazer ajustes para solucioná-los. “É preciso entregar mais, e não ficar se justificando porque não fez”, diz Adriana, da Dasein.

 

Quem se destaca são os que mostram capacidade de fazer mais. Entregar bons resultados é a melhor estratégia para ter visibilidade — e fugir da demissão. Tente se planejar e fazer uma gestão de risco sobre suas entregas. “Não deixe o mais difícil para o final.”

 

Improvise

 

Em períodos de instabilidade, o trabalho e as demandas mudam muito. Por isso, é preciso ser flexível no modo de agir e acreditar que o que ficou para trás ficou. “Vale a lei de que não são os mais inteligentes que sobrevivem, mas os que se adaptam melhor”, diz Irene, da LHH|DBM, do Rio de Janeiro.

Não há perfil bom ou ruim

HumanGuide – Não há perfil bom ou ruim, mas o perfil mais motivado para determinada atividade.

eSocial e contabilidade: tudo o que você precisa saber sobre essa relação

Especialistas afirmam que o eSocial terá um grande peso sobre o funcionamento das empresas, em especial sobre os departamentos de recursos humanos.

Especialistas afirmam que o eSocial terá um grande peso sobre o funcionamento das empresas, em especial sobre os departamentos de recursos humanos. Embora este primeiro ano corresponda a uma fase de implementação e ainda não haja penalidade para as empresas que não conseguirem, de imediato, se adaptar ao modelo, o melhor é estarem familiarizadas com a plataforma web o quanto antes.

O que se percebe é que os efetivos avanços dos mecanismos dos órgãos fiscalizadores impulsionam pessoas físicas e jurídicas à adoção de tecnologia e ao aprendizado de novas competências, no intuito de lidar com as modificações que vão surgindo. Quanto mais os negócios estiverem integrados aos novos modelos, melhor. Nesse contexto também estão presentes as empresas de contabilidade, que deverão atender seus clientes dentro dos moldes dos progressos tecnológicos, priorizando a automatização dos processos contábeis. Saiba mais sobre a relação entre eSocial e contabilidade!

O que muda para as empresas de contabilidade?

Devem estar inteiradas das mudanças para que sejam capazes de orientar seus clientes quanto às novas formas de declarar e entregar as informações ao fisco.

O eSocial representa, para os órgãos fiscalizadores, uma conquista de mais facilidade para o processo de apuração de dados. É importante que as empresas clientes do serviço de assessoria contábil estejam preparadas para lidar com o novo sistema de escrituração digital, cuja pretensão é unificar as informações trabalhistas, previdenciárias, tributárias e fiscais.

O primeiro ano é de implementação do sistema, mas, aos poucos, as normas para entrega dos dados sofrerão mudanças gradativas calendarizadas, substituindo gradualmente as orientações por outras e aprimorando o funcionamento do sistema. No que diz respeito às penalidades, já vigoram apenas aquelas que já existiam antes e que previam sanções legais para atrasos e ausências na entrega dos dados aos órgãos ficais.

Quais os objetivos da entrega de informações unificada?

O eSocial pretende viabilizar que direitos previdenciários e trabalhistas sejam garantidos aos profissionais — e também simplificar o cumprimento de obrigações. As empresas não só deverão comprovar o seu comprometimento com os trabalhadores que contratam ou de quem solicitam serviços, seja por meio de vínculo empregatício ou não, como também evidenciar que cumprem as obrigações tributárias e fiscais que lhes são cabíveis.

É fundamental que a contabilidade das empresas atinja um nível de organização elevado para que estejam aptas a declarar adequadamente informações ao fisco. Para isso, deve contar com as ferramentas necessárias que apoiam uma gestão contábil eficiente e automatizada. Um software de gestão tem o diferencial de implementar rotinas específicas, classificar dados e gerar relatórios confiáveis de maneira mais dinâmica. Tudo isso viabiliza uma padronização na entrega de arquivos para o governo.

A adaptação das empresas ao eSocial

Foi divulgado um manual de orientação em que constam as regras de preenchimento e demais instruções necessárias. Os contabilistas devem estar atentos às normas e procedimentos que surgem com a chegada do eSocial e, assim, conduzirem a contabilidade de seus clientes através de um bom sistema de software, para que estejam aptos a atender as solicitações da fiscalização.

O prazo para adaptação das empresas às novas formas de declaração de dados é de um ano. O que se espera é uma conscientização das pessoas jurídicas (gestores) e dos profissionais de contabilidade sobre a necessidade de adequação ao novo sistema.

As transformações são inevitáveis e o impacto delas sobre as empresas será significativo. É preciso estar apoiado nas soluções tecnológicas de gestão contábil para lidar com as mudanças da melhor maneira possível.

Fonte: Grupo Sage

Diferença entre HumanGuide e DISC

O teste mais utilizado pelas empresas, Disc, mostra como o indivíduo se sente em relação a realidade. Já o HumanGuide, certificado pelo CFP, mostra o que movimenta as ações desse indivíduo, e o que esta por trás das escolhas que eles faz. Veja mais no vídeo: