Encontre pessoas motivadas para o momento que a sua empresa precisa!

A Talent Group, maior distribuidora do instrumento de avaliação motivacional HumanGuide no Brasil, está oferecendo durante todo o mês de maio, workshops gratuitos visando disseminar os conceitos e a aplicabilidade do teste para os processos de Recrutamento & Seleção de pessoal, desenvolvimento profissional, entre outras aplicações.

Confira os detalhes:

Se você não encontra respostas nos testes comportamentais, por que não utilizar um teste motivacional?

 

O HumanGuide®  é um instrumento que responde às seguintes questões:

 

# Como saber o que motiva cada pessoa?

# Como atingir os objetivos empresariais através da motivação?

# Como superar os novos desafios do RH?

 

Inscreva-se nos eventos permanentes e venha descobrir como o HumanGuide® poderá ajudar na melhora dos seus processos de R&S, Gestão de Pessoas e Assessment.

Entre em contato através do telefone (11) 4052-4300 ou enviando e-mail para contato@talentgroup.com.br.

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Com o reaquecimento da economia, o desafio para RH agora chama-se: MOTIVAÇÃO!

Felizmente existe vida após a “morte” para quem está desempregado.

O mercado de trabalho dá sinais de aquecimento e uma grande massa de trabalhadores serão assediados para as novas vagas.

O desafio do RH será recrutar aquele profissional que SOME, de verdade, para os resultados da sua empresa.

Mais do que encontrar a pessoa certa para a posição certa, o ideal seria encontrar a pessoa mais MOTIVADA para a atividade certa.

Inscreva-se nos eventos HumanGuide e venha conhecer como esse instrumento psicológico poderá auxiliar na busca das pessoas mais motivadas.

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SE VOCÊ NÃO ENCONTRA RESPOSTAS NOS TESTES COMPORTAMENTAIS, POR QUE NÃO UTILIZAR UM TESTE MOTIVACIONAL?

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Se você acredita que o que move as pessoas é a MOTIVAÇÃO, participe

Estamos iniciando um processo de retomada da atividade econômica. Agora as empresas precisam extrair aquilo que cada colaborador tem de melhor para oferecer. Saiba como participando dos eventos HumanGuide.

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O QUE MOTIVA SEUS FUNCIONÁRIOS?

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HumanGuide – entenda como funciona o teste de personalidade

Participe dos eventos HumanGuide

Como a Avon reduziu os custos sem demitir ninguém

Ao readequar a jornada de trabalho para cinco dias por semana no centro de distribuição de Cabreúva, a empresa conseguiu cortar gastos a ponto de compensar o aumento de 10% nos salários e ainda acrescentar a cesta básica como benefício, sem uma demissão

Ursula Alonso Manso (Você RH)

Em 2015, a fabricante de cosméticos Avon crescia menos do que havia planejado no ano anterior. Sem poder repassar os custos para os produtos e, consequentemente, aos consumidores, ao mesmo tempo em que a inflação alta balizaria o aumento salarial dos funcionários, a empresa levou a seguinte questão aos 1 800 colaboradores do seu centro de distribuição em Cabreúva, o maior da empresa do mundo, a 80 quilômetros da capital paulista: como reduzir custos e ganhar produtividade? “Apesar de a unidade trabalhar com padrões de qualidade e produtividade muito altos, sabíamos que podíamos ser mais eficientes”, diz a vice-presidente de recursos humanos Alessandra Ginante. “Deixamos claro para os funcionários que nossa intenção era preservar os empregos e nos abrimos para construir soluções em conjunto.”
Durante nove meses, a Avon realizou reuniões com empregados e dirigentes sindicais. Em setembro de 2015, a convenção coletiva previa não somente o aumento salarial de 10,33% como também a concessão de cestas básicas e o aumento da jornada de trabalho semanal em quatro horas. “O que se vê, normalmente, são conversas para aumento salarial com redução da jornada. Aqui, aumentamos as horas trabalhadas com o apoio dos nossos funcionários”, diz Alessandra.
A solução
Inaugurado em 2011, o centro de distribuição da Avon em Cabreúva tem cerca de 300.000 metros quadrados e processa em média 6 500 pedidos de revendedoras por hora. É uma “fábrica de caixas”, como define Alessandra, com a ressalva de que “cada caixa é única porque cada revendedora tem um pedido único”. Em janeiro de 2015, quando a área de RH começou a conversar com os trabalhadores a respeito de previsões nada animadoras para o ano, a jornada de trabalho em Cabreúva era de 40 horas semanais, incluindo o expediente aos sábados. Na prática, isso implicava seis dias por semana de custos com transporte fretado, funcionamento do refeitório, além de gastos com segurança patrimonial e ambulatório médico, entre outros.
As conversas se estenderam até setembro, envolvendo também a liderança do centro de distribuição. Ao final, o trabalho aos sábados foi eliminado, mas a jornada aumentou de 40 para 44 horas semanais, de segunda a sexta. “Mudamos cerca de 30 processos para adequar a operação a cinco dias por semana”, conta a executiva. Para isso, foram criadas sete frentes de tarefas, com cerca de 50 colaboradores diretamente envolvidos, que se reuniam semanalmente. A contrapartida foi a concessão de cesta básica no valor de 150 reais. “Era um pedido antigo dos colaboradores, assim como a folga aos sábados”, diz Alessandra.
O resultado
O objetivo inicial da Avon era proteger os empregos em um ano difícil. De quebra, a empresa ainda conseguiu garantir maior qualidade de vida aos seus funcionários. “Os colaboradores mostraram uma disposição enorme em ajudar”, diz Alessandra. A executiva não revela o valor economizado, por questões estratégicas do negócio, mas destaca a redução do custo operacional, já que o transporte fretado e o refeitório, por exemplo, agora funcionam cinco dias por semana, em vez de seis. Além disso, o aumento da jornada semanal de trabalho contribuiu para um crescimento de 10% na produtividade, desde setembro. “No último trimestre do ano normalmente temos que contratar funcionários temporários em função da maior demanda. Dessa vez, isso não será preciso”, diz Alessandra.
Mais importante ainda é o fato de que os 1.800 funcionários de Cabreúva aprovaram o acordo junto ao sindicato — e ninguém foi demitido. “A ameaça da crise era real, com pressão mais forte no centro de distribuição, que produz para a entrega imediata de pedidos às revendedoras. Mas conseguimos manter os empregos, demos folga aos sábados, não cortamos nenhum benefício e ainda acrescentamos a cesta básica”, diz a executiva.
Agora a Avon se prepara para levar o modelo aos cerca de 1.000 funcionários de seus outros dois centros de distribuição, na Bahia e no Ceará.

Faça valer o poder da empatia nos negócios e nas relações pessoais

Num mundo acelerado em que tudo parece mudar o tempo todo, ser uma pessoa empática pode trazer resultados positivos para você, seus liderados, líderes e pessoas do seu convívio mais íntimo

Denise Varela, 4 de janeiro de 2016
Quando você ouve a notícia de um único ganhador do sorteio da Mega Sena que embolsou centenas de milhões de reais, você pensa que poderia ser você ou alguém de seu ciclo de relacionamento? Provavelmente sim.

Quem não quer começar o ano com uma bolada no bolso?

Pois então você já sabe um pouco sobre a empatia.

Por definição, empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.

Resumidamente, é se colocar no lugar do outro. E este gesto faz toda a diferença, seja nas relações pessoais ou no ambiente de trabalho.

Esse exercício de se colocar no lugar do outro pode não ser tão fácil. Todas as vezes que assistimos a relatos sobre bullying no trabalho, assédio moral, sobrecarga de funções e outras questões do mundo corporativo e mesmo empreendedor, temos a tendência de não considerarmos que o mesmo poderia estar acontecendo conosco, com nossos familiares ou, até mesmo, com algum de nossos amigos mais próximos.

Num mundo acelerado em que tudo parece mudar o tempo todo (mudanças sociais, econômicas e culturais) poder ser uma pessoa empática pode trazer resultados positivos para você, seus liderados, líderes e pessoas do seu convívio mais íntimo.

Com origem no termo em grego empatheia, que significava “paixão”, a empatia pressupõe uma comunicação afetiva com outra pessoa, e é uma das bases da identificação e compreensão psicológica de outros indivíduos.

Como relata Denis Pincinato, especialista em Psicodrama das Organizações, em entrevista ao portal Catho Online, empresas de culturas mais avanças investem em gestão de pessoas com treinamentos e acompanhamentos constantes abordando temas subjetivos que têm como meta aumentar a performance das pessoas no ambiente de trabalho. “De forma muito simples, essas empresas conseguiram reduzir o grau de incerteza, que é um grande gerador de tensão para qualquer ser humano agir com empatia, e, ao estabelecer uma comunicação direta e aberta, definiram planos de ação baseados na identificação dos pontos que mais impactam na satisfação profissional de seus colaboradores”, explica.

Mesmo que você não esteja à frente de uma grande organização, você pode e deve usufruir de uma comunicação Efetiva e Afetiva para buscar melhores resultados.

“Conhecer um pouco mais sobre a história de vida de seu colaborador ou chefe, buscar informações sobre seus sonhos e desejos, ouvir de forma verdadeira e apoia-lo nos momentos de dúvida e tomada de decisão, são os passos propostos pelo programa Empatia em Ação (clique aqui para saber mais). Esse programa, se aplicado de forma efetiva, tem o poder de elevar as relações interpessoais a um novo patamar, regidos pela confiança e cumplicidade, alcançando níveis de comprometimento e engajamento muito superiores aos encontrados nas organizações hoje em dia”, relata o especialista.

Desenvolvendo a habilidade da empatia

Um dos atributos para ser empático é ser um bom ouvinte. Além disso, aprendemos mais quando ouvimos do que quando falamos.

Para quem busca desenvolver esta habilidade, é preciso desenvolver também o autoconhecimento, ter disponibilidade para conhecer o outro, consciência social e saber gerenciar seus relacionamentos.

Tarefa nada fácil, confesso, mas com boa vontade e um pouco de desprendimento, todos podemos chegar lá!

Benefícios da prática da empatia nos negócios

– Engajamento social

– Equilíbrio emocional

– Alto rendimento e comprometimento (dos líderes e do liderado)

– Melhoria do clima organizacional

– Identificação dos propósitos

– Relacionamentos saudáveis

– Desenvolvimento pessoal

– Aumento do FIB (Felicidade Interna Bruta)

Empatia diferente de Simpatia

A empatia é diferente da simpatia, porque a simpatia é uma resposta intelectual, enquanto a empatia é uma fusão emotiva. A simpatia revela uma vontade de estar na presença de outra pessoa e de agradá-la. Já a empatia faz brotar uma vontade de compreender e conhecer outra pessoa.

Cuidado com as armadilhas!

De acordo com Pincinato, na empatia podem estar algumas armadilhas. Fique atento:

A complacência é a primeira delas. Ao conhecer melhor a história de seu colaborador e conseguir se conectar emocionalmente, é possível que você seja menos rigoroso em algumas situações. O fato de você conhecer suas origens e entender como o outro pensa e age não quer dizer que você deva “deixar para lá” quando ele cometer algum deslize ou entregar algo diferente do que foi combinado.

O paternalismo é a segunda armadilha ou também podemos chamar de “queridinho do papai / queridinho da mamãe”. A conexão alcançada através da empatia pode fazer com que você privilegie um colaborador sem a utilização de critérios justos.

A falta de ação é a terceira armadilha. Quando a conexão com a outra pessoa se torna muito grande a ponto de você se identificar plenamente com seus problemas e aflições, é possível que você não consiga sair do estado do “muro das lamentações”.

Ainda segundo Pincinato, imparcialidade é fundamental. “Para não sermos nem complacentes e nem paternalistas, devemos lembrar que existem critérios de avaliação e de justiça que devem ser utilizados para nortear nossas ações. Caso você esteja infringindo seus critérios, provavelmente você está beneficiando alguém apenas pelo lado da emoção e outras pessoas não aprovarão sua atitude” explica.

Parece óbvio, mas na correria do dia a dia, acabamos por não lembrar: somos humanos.

Sim! Vamos trabalhar, vamos buscar nossos objetivos, vamos suar… mas também vamos viver, sorrir, sentir e, por vezes, chorar (somos humanos, lembra?)

Desenvolva as pessoas, se desenvolva, persista e insista. Quase nunca será fácil, mas sempre possível. Ao se conhecer, você estará mais apto a se colocar no lugar do outro, e com isso desfrutar de tudo o que dissemos até aqui.

“Tire o melhor das pessoas, sem se aproveitar delas” (autor desconhecido).

 

Fonte: Administradores

Valorização do RH – Os novos desafios na gestão de talentos

Nesta quinta-feira 13/08/15, a Talent Group promoveu na sede da ABRH-SP (em parceria), uma palestra cujo tema é de grande relevância para gestores e profissionais de RH, na atualidade: Os novos desafios na gestão de talentos.

Em tempos de crise, a maioria das áreas das empresas são convocadas à redução de custos e, por consequência, eliminação de posições no organograma. Neste cenário, cabe ao Recursos Humanos um papel estratégico, assessorar as decisões no sentido de manter nas equipes somente aqueles profissionais realmente indispensáveis. Mas, como determinar quais?

Mais que em tempos passados, hoje dispomos de diversas metodologias de avaliação, tanto de desempenho e competências, quanto testes psicológicos e ferramentas de gestão de pessoas, que permitem medir, principalmente, Conhecimentos e Habilidades, porém, a ATITUDE (vontade de fazer) continuava sendo uma incógnita em processos de seleção.

Deste modo, é importante que decisões de desligamentos, promoções, remanejamentos ou contratações, sejam tomadas estrategicamente, não baseadas simplesmente em métodos convencionais e conservadores. Assim, reduziremos o risco de perdas daquilo que as empresas possuem de mais precioso: profissionais identificados com suas funções e com profundo conhecimento do negócio, mitigando também a perda de competitividade.

Crises podem ser oportunidades para um desenvolvimento eficaz. Nestas circunstâncias ‘sobreviverão’ somente os mais adaptados, ou seja, aquelas organizações capazes de fazer MAIS (superar os obstáculos), MELHOR (superar a concorrência) com MENOS (superar a escassez de recursos – materiais e de pessoal). Neste caso, contar com MENOS pessoas, significa que os remanescentes terão de ser os mais motivados, pois terão que fazer MAIS e MELHOR. Deste modo, não só garantirão a travessia do período de turbulência, como também fortalecerão o negócio para crescer quando o ambiente for mais favorável.

Como identificar os profissionais com MOTIVAÇÃO alinhada para enfrentar os novos desafios da empresa?

Como prognosticar a sua ATITUDE?

Compete a nós do RH assessorar os clientes internos, oferecendo os melhores, mais confiáveis e seguros indicadores para tomada de decisões relativas à gestão de pessoas, antecipando as respostas para questões nas quais o erro poderá produzir impacto no resultado coletivo.

  • É possível predizer o relacionamento dos componentes de uma nova equipe?
  • Como acelerar e aprofundar, verdadeiramente, o conhecimento interpessoal de seus componentes?
  • Como identificar e mitigar os possíveis futuros conflitos na equipe?
  • Como melhor aproveitar o potencial individual de cada elemento?

Identificar as características que mobilizam cada individuo, nos permite potencializar suas habilidades pela promoção do feliz encontro entre o que se GOSTA de fazer e o que PRECISA ser feito, possível apenas através do aprofundamento do conhecimento da PERSONALIDADE.

Para este fim, contamos com o HumanGuide®, um teste de personalidade totalmente informatizado, aprovado pelo Conselho Federal de Psicologia (com validação científica e adaptado para a população brasileira) e com a consultoria especializada de seu maior representante no Brasil: a Talent Group.

O teste identifica o perfil motivacional por meio da análise da composição entre oito fatores psicológicos UNIVERSIAS (Sensibilidade, Força, Qualidade, Exposição, Estrutura, Imaginação, Estabilidade e Contatos), que representam as forças que movem a pessoa no sentido de suprir suas necessidades íntimas, revelando a intensidade de cada fator em cada indivíduo.

Parte significativa da energia despendida no ambiente de trabalho está diretamente relacionada ao relacionamento interpessoal, torna-se fundamental conhecer as possibilidades de conflitos e oportunidades de complementação de recursos entre os integrantes das equipes. O processo pode avaliar previamente (formação da equipe ou ingresso de um novo profissional) ou posteriormente (avaliação do conjunto de recursos disponíveis, mediação de conflitos, remanejamentos).
Da mesma forma, processos de contratação ou assessment têm um sensível benefício quando nos é permitido prognosticar a ATITUDE que o profissional em questão terá, quando for integrado ao time existente.

AlmirRicardo Publico